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HISTERIA

O QUE É

O termo médico grego Hysterikos, que significa perturbação no Hystera (útero), foi usado por Hipócrates (filósofo grego considerado Pai da Medicina, 460 a.C. – 370 a.C.) por pensar que a histeria era causada por movimentos irregulares do sangue no sentido útero para o cérebro. 

Na Idade Média, a histeria era considerada feitiçaria das mulheres e “tratada” com fogo.

Para a Psicanálise, trata-se de uma neurose complexa caracterizada pela instabilidade emocional, cujos conflitos se manifestam em sintomas físicos (principalmente: paralisia, cegueira, surdez, mudez, disfuncionalidades orgânicas, inclui convulsão, doenças psicossomáticas ou transtornos de personalidade). Justamente para tratar a histeria, Freud criou a Psicanálise [ver neste site], porque descobriu que falando a respeito do que observa em si mesmo, a pessoa tem a oportunidade de transportar o trauma (do grego, ferida) do inconsciente para o consciente e assim tem chance de alterar sua situação e, dessa alteração, neutralizar aquele conteúdo reprimido de imensa carga emocional capaz de desequilibrar todo o organismo em um único órgão ou em vários.  

Apesar do termo ainda ser muito popular, atualmente, a histeria está dividida em transtornos da personalidade, cujos mais comuns são Transtorno de Personalidade Histriônica e Transtorno Dissociativo (ou Conversivo) [ver neste site]. Para a psiquiatria, essas divisões foram necessárias para evitar confusão diagnóstica e má interpretação da doença, que era, muitas vezes, considerada injustamente como fingimento comportamental.

 

COMO IDENTIFICAR 

MINHA RECOMENDAÇÃO

PARA QUE SE LIVRAR DA HISTERIA

QUANTO TEMPO DURA E QUANDO TERMINA O TRATAMENTO

O QUE É ESTRUTURAL E INEVITÁVEL NO LIVRAMENTO DA HISTERIA

Todos estes itens, veja:

Transtorno de Personalidade Histriônica e Transtorno Dissociativo (ou Conversivo).

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